Década de 1990
Origem, visão empreendedora e início das operações
Em 4 de outubro de 1996, às margens do rio Negro, no bairro Colônia Oliveira Machado (Manaus), o Super Terminais realizou sua primeira operação, em um momento de transformação do setor portuário brasileiro após a Lei de Modernização dos Portos (Lei Federal nº 8.630/1993), que regulamentou a operação portuária e definiu a separação entre portos públicos e privados.
Nesse contexto, surgiu a oportunidade de criar uma operação privada fora da área portuária pública, modelo no qual o terminal se enquadra como Terminal de Uso Privado (TUP).
O investimento foi impulsionado pela experiência da família Di Gregorio nos setores de transporte, logística e armazenagem, além de sua forte ligação com Manaus. A iniciativa buscava fortalecer a infraestrutura logística local e atender armadores, especialmente em operações internacionais.
Outro diferencial é a localização estratégica, a cerca de 20 minutos da Zona Franca de Manaus, proporcionando acesso eficiente ao polo industrial e melhores condições operacionais.
Antes da concessão definitiva em 1996, a área já era utilizada em operações logísticas por meio do sistema Ro-Ro Caboclo, com embarque e desembarque de carretas em balsas para transporte hidroviário entre Manaus e outras regiões. No início das operações portuárias, ainda sem píer instalado, as atividades eram realizadas por transbordo com apoio de rebocadores e barcaças.

Década de 1990
Origem, visão empreendedora e início das operações
Em 4 de outubro de 1996, às margens do rio Negro, no bairro Colônia Oliveira Machado (Manaus), o Super Terminais realizou sua primeira operação, em um momento de transformação do setor portuário brasileiro após a Lei de Modernização dos Portos (Lei Federal nº 8.630/1993), que regulamentou a operação portuária e definiu a separação entre portos públicos e privados.
Nesse contexto, surgiu a oportunidade de criar uma operação privada fora da área portuária pública, modelo no qual o terminal se enquadra como Terminal de Uso Privado (TUP).
O investimento foi impulsionado pela experiência da família Di Gregorio nos setores de transporte, logística e armazenagem, além de sua forte ligação com Manaus. A iniciativa buscava fortalecer a infraestrutura logística local e atender armadores, especialmente em operações internacionais.
Outro diferencial é a localização estratégica, a cerca de 20 minutos da Zona Franca de Manaus, proporcionando acesso eficiente ao polo industrial e melhores condições operacionais.
Antes da concessão definitiva em 1996, a área já era utilizada em operações logísticas por meio do sistema Ro-Ro Caboclo, com embarque e desembarque de carretas em balsas para transporte hidroviário entre Manaus e outras regiões. No início das operações portuárias, ainda sem píer instalado, as atividades eram realizadas por transbordo com apoio de rebocadores e barcaças.







